CULTURA UNIDA EM PROL DE SÃO LUIZ DO PARAITINGA. 08/01/2010

 JESUS PROTEGEI NOSSO PLANETA!!! 
Nunca antes São Luiz do Paraitinga frequentou o noticiário como agora, que foi arrasada por uma absurda enchente na virada do ano. Acontece que além do patrimônio arquitetônico, a cidade é conhecida por sua vocação musical e tem realizado eventos importantes - que os veículos que agora capitalizam em cima da tragédia ignoraram -, como a Semana da Canção Brasileira e os já tradicionais Festival de Marchinhas e a Semana Elpídio dos Santos, que em 2009 celebrou o centenário de nascimento de seu compositor mais ilustre. A catástrofe, porém, tem revelado a quem não sabia a dimensão do zelo de uma legião de pessoas ligadas à arte por São Luiz - e seus habitantes que a fazem tão cativante.     Profissionais ligados às artes, como a cantora Suzana Salles e Gisele Jordão, respectivamente curadora e produtora da Semana da Canção, o fotógrafo Luciano Dinamarco, o ator Walmor Chagas, o músico Edson Natale, o político e escritor Gabriel Chalita, o jornalista e produtor cultural Israel do Vale e o jornalista José Luiz de Souza, do Valeparaibano, entre outros, estão empenhados em realizar ou participar de diversas ações culturais para ajudar a reerguer a cidade. O fotógrafo José Patrício, do Estado, diz que disponibiliza todo o seu acervo de imagens de São Luiz, para exposição e venda com renda revertida à população.A próxima edição do projeto SamBaCana Groove ("de música 98% brasileira e 100% esfuziante"), pilotado por Israel, amanhã vai ser beneficente. Quem levar dois quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal e açúcar) e duas peças de roupa entra de graça na festa, que ocorre na Livraria da Esquina, na Barra Funda.Gisele Jordão confirma a realização, ao longo do ano, de diversos shows, em São Paulo e em cidades vizinhas de São Luiz. Suzana Salles vem entrando em contato com todos os artistas que se apresentaram nas três edições da Semana da Canção - como Arnaldo Antunes e Ná Ozzetti, que já se colocaram à disposição - para participar desses shows.Segundo o diretor de Cultura de São Luiz do Paraitinga, Benedito Filadelfo de Campos Netto, o Festival de Marchinhas e uma versão do próprio carnaval de São Luiz - como já ocorreu outras vezes em cidades vizinhas em forma de micareta - devem ser realizados em São Paulo. 

HOMENAGEM AOS PARTICIPANTES.   José Luiz de Souza, Luciano Dinamarco, Raquel Marques Roman e a artista plástica Miriam Badaró estão organizando um bazar e um leilão culturais que deverão ocorrer no Hotel Fazenda Mazzaropi, em Taubaté. Até agora, no entanto, nenhum desses eventos está definido. As prioridades são outras. Segundo Dinamarco, que concentra informações sobre ajuda humanitária no blog http://www.sosparaitinga.blogspot.com/, "faltam recursos humanos e organização" na distribuição de alimentos e refeições à população, que continua necessitada, deprimida e confusa.
"Por enquanto não há nada de concreto, até porque muitas das pessoas que fazem o carnaval perderam suas casas e todos os instrumentos musicais", diz Netto. "A gente está esperando um pouco passar esse caos que está na cidade, mas daqui a uma semana vamos tentar nos reunir com todo mundo para vender o produto carnaval. Até porque os próprios artistas que perderam tudo precisam ganhar dinheiro. Se possível, queremos pegar parte da arrecadação dos ingressos para ajudar na reconstrução da cidade."Apelidada de "capital das marchinhas", São Luiz do Paraitinga é uma cidade que respira música. O legado de Elpídio dos Santos - que é até estudado nas escolas - tem sido um grande estímulo para outras gerações, como alguns de seus filhos que formaram com amigos o grupo Paranga, nos anos 1980. Um de seus ex-integrantes, Galvão, foi diretor de cultura na cidade e tinha montado um estúdio recentemente. Perdeu tudo na catástrofe. 
 PRESERVAR A NATUREZA!            "Hoje, a cidade precisa de soluções mais emergenciais, mas mais para a frente vai precisar de muito dinheiro para se reerguer. Por isso, pensamos em fazer o leilão e o bazar no fim de fevereiro", diz Souza, que já conta com mais de 50 obras de artistas e fotógrafos, como Patrícia Kaufmann, Célia Barros, Paulo Pacini, Mário Lúcio Sapucahy e Paulo Pereira. Nana Vieira, que fez o belo livro de fotos O Divino em Festa, com imagens de São Luiz, doou 14 volumes de sua obra para o bazar.
Tom Maia, que anos atrás fez desenhos a bicos-de-pena dos imóveis históricos da cidade e de Cunha, reunidos no livro Vale do Paraíba - Velhas Cidades, doou vários originais para o leilão. Mesmo sem ter obra para doar, Cláudia Rangel, responsável pela restauração da basílica de Aparecida, propôs-se a restaurar sem custo objetos móveis que forem recuperados dos escombros de São Luiz.
"Em outras ocasiões, artistas como Maria Bonomi e Guto Lacaz se prontificaram a ajudar quando pedi", conta Souza. "Tenho certeza que posso contar com eles também. A adesão dos artistas tem sido grande. A tendência é crescer muito." Quem quiser fazer doações de objetos de arte, livros, CDs e DVDs pode entrar em contato com Souza pelo e-mail jlsocial@uol.com.br                                                      gabriel chalita               




PADRE FÁBIO DE MELO: O Novo Ano sob a Ótica do Menino


 Rio - O menino quis saber o significado do ano novo. Tentei dizer. Busquei as frases prontas que são tão comuns à essa época do ano, e prontamente me coloquei a repeti-las. Percebi que ele escutava tudo o que eu dizia, mas sem muito interesse. Ele voltou a insistir. Queria saber se haveria algum sinal que pudesse sinalizar a mudança do ano velho para o ano novo.
Eu fiquei desconcertado. Eu confesso que o único sinal que me ocorreu foi a famosa queima de fogos que acontece na praia de Copacabana. Não tive coragem de dizer. Apesar da pouca idade, o menino buscava por um significado mais profundo a respeito do tempo. Sem muitos rodeios ele argumentou que não conseguia perceber muito sentido nessa história de ano novo. Ele tinha uma visão prática da vida. E sobre ela me falou. Buscou realidades simples do seu contexto e exemplificou para que eu pudesse entender sua dúvida. O menino estava coberto de razão. Sua visão prática era coerente, lúcida. Não há nada de novo no ano novo. O que muda é o relógio, o calendário, mas a vida continua o seu remanso de sempre.
Foi então que busquei extrapolar o seu discurso prático e lhe ofereci algumas porções do meu discurso simbólico. Eu também precisava sobreviver àquela conversa. Não queria sair dela embebido daquela praticidade que poderia ruir minha capacidade de acreditar que existe alguma novidade à minha espera com o romper da nova década. O menino me olhava interessado. Falei sobre o tempo e seus ciclos. Falei da psicologia das horas.
Argumentei que a demarcação das datas pode ter repercussão nas almas das pessoas. A oportunidade de virar o calendário pode ter efeito positivo sobre aquele que se sente pesado, angustiado, sem esperanças. Comparei o ano velho a uma gaveta que precisa ser limpa. Guardamos muitas coisas desnecessárias. Chega o momento em que precisamos fazer a triagem. É necessário limpar, jogar fora, abrir espaços para coisas novas. Ano novo e gaveta limpa podem ter os mesmos sentidos, sugeri. Toda vez que nós temos a sensação de um novo tempo, é natural que nossas almas sejam invadidas por esperanças. Faz parte do processo humano sofrer de esperanças.A esperança é uma espécie de instinto de sobrevivência. O cansaço dos tempos idos pode dispor o nosso coração à possibilidade de mudanças. É como se houvesse uma saturação. Não queremos mais o peso do passado. Precisamos de outra oportunidade. O calendário novo nos oferece essa sensação. Ao saber que o ano velho está sendo finalizado, é possível que você se encha de expectativas importantes.O menino me olhou com carinho e agradeceu. Voltou para o seu mundo de brinquedos e deixou-me diante da necessidade de conciliar os dois discursos. O prático e o simbólico. Desaforo. O discurso prático parece humilhar o discurso simbólico. Ele resolve porque é dotado de clareza. É lógico, curto, asfixiante.  
E foi assim que recebi o ano novo.Tentando equilibrar os dois discursos dentro de mim. Vez em quando eu me recordo da ótica do menino. Eu não a desconsidero. Ele tem razão. Se a gente não se empenhar na construção de um novo tempo, nada acontecerá. O ano novo será mesmice, repetição de erros, acomodação de posturas, condução medíocre de oportunidades, explosão de fogos que oferece brilho breve, assustadoramente fugaz. Mas não precisa ser assim. Há sempre um motivo novo abscôndito nas velhas estruturas da condição humana. A isso chamamos de evolução, superação. O menino me ajudou com sua ótica. Perdi o medo de ser prático na minha reflexão sobre o tempo.De fato, nada mudou. Mas também não posso deixar de admitir que há um vento suave me conduzindo para o coração do futuro. E assim eu vou. Abraçando o presente, passando o passado, aprendendo com essa dinâmica interessante, inventada por alguém que não sei dizer, que faz o ano velho ser novo de novo.

                        Pe FÁBIO DE MELO

NATAL E ANO NOVO A DOIS

NATAL E ANO NOVO A DOIS    Meu Natal e Ano Novo foi maravilhoso, pois foi comemorado a dois: Eu e o Dono da Festa! Tem melhor que isso?Numa conversa profunda sobre  vários assuntos bem. Afinal, Ficaria bem monótono falar sempre a mesma coisa. E "ELE" é especial e merecia o melhor de mim! Foi o melhor Natal que ja  passei, colocar a prosa em dia, foi uma grande experiência. Deus nos preenche de tal forma que me surpreendi...Passamos só nos DOIS, não por falta de opções, mas sim de escolhas. Precisava rever conceitos, escolhas e precisava DELE para me ajudar!"ELE" talvez gostaria que estivessemos em maior quantidade, mas disse a ELE que esses dia queria ter o direito de ser um pouco egoísta Queria ELE,só para mim.Que eu tinha esse direito.Afinal fui uma boa "menina", QUE TENHO FEITO OS DEVERES DE CASA, quase, BEM FEITO.
Assim ELE concordou! Foi muito simples, mas aquela sacralidade misturava ao ambiente, e se empregnava nos menores detalhes, em cada canto da casa pelo amor que ali existia! Isso me deixou extasiada, como o Divino é emanente em si mesmo. As luzes do meu coração brilhava e se espalhava por todo o ambiente.....Juntando ao brilho que emanava DELE, dois solitários, a serem lapidados e moldados para se tornarem um só e para sempre.Obrigado DEUS, Por me proporcionar tamanha felicidades!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Falamos dos meus fracassos, mas tambem dos meus sucessos, sobre meus erros, mas sobre os acertos, então pedi perdão a ELE, por não deixa-lo agir livremente na minha vida. Falamos de suas promessas mas me disse que quando fosse cumpri-la não me diria, teria que esperar o tempo certo. Ah!!!  a parte que mais gostei foi sobre o amor.Que eu teria a última oportunidade, talvez realizasse a tempo, talvez ficasse para outros tempos. Dependia só das minhas escolhas... Disse então a ELE que achava que não vai ser desta vez,que minha escolha tinha sido muito refinada e já não cabia mais no tempo kronos. Provavelmente,não ficarei muito tempo por aqui! Então que se não fosse desta vez, que seje na próxima! Talvez! Seje simples assim: A MINHA ÚTOPIA


                                 Texto:Iracema verly de salles

O VERDADEIRO AMOR

                                                                                      

            
"Um homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava perguntei-lhe sobre qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá.Disse-me que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzeimer bastante avançado. Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não se alarmaria pelo fato de ele estar chegando mais tarde. - Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou.Faz quase cinco anos que não me reconhece. Estranhando, lhe perguntei: - Mas se ela já não sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs? Ele sorriu e dando-me uma palmadinha na mão, disse: - É . Ela não sabe quem eu sou, mas eu contudo sei muito bem quem é ela.Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei: Essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida.
O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico. O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e... do que já não é...


PADRE FÁBIO DE MELO Morrer e viver se conjugam sem pressa

Natais e mudas de alface
Rio - A manhã chuvosa parecia costurada nos embaraços de uma noite mal dormida. O vulto de mulher prateado pelos raios de um sol recém nascido recolhia do tempo as agruras de saber-se temporário, imperfeito, afeito aos desajustes de um amor que adormeceu, mas que não desaprendera de amanhecer.
Era um corpo de dor, de menstruadas esperanças, de saudades e partos. Corpo de mãe, corpo de cumprir ofício de curar joelhos esfolados, de dar banhos que tinham o poder de lavar corpos e almas num mesmo acontecimento.Corpo de amamentar filhos que crescem.Aquela mulher e aquelas manhãs de dezembro. As recordações de seu tempo de menina, pobreza reconhecida, trazida na cara e denunciada pela moldura de olhos que não sabiam mentir.O plantio programado, compromisso que nem mesmo a dor acontecida nas recentes horas poderia adiar, tinha ares de ritual religioso. A sementeira ao lado, moldada numa caixa de papelão resistente, sobre o canteiro que nasceu de suas mãos pequenas, esperava pela oportunidade de cumprir no tempo o destino de dar continuidade à obra da criação.
Morrer e viver são atos que se conjugam sem pressa.
A mulher sabia de tudo isso. As mudas miúdas também. Dotadas de sabedoria vegetal, cresciam ao seu tempo com a mesma simplicidade que é própria de quem não procura outro destino senão o seu.Aquela mulher sabia mais. As mudas não mudam.São sempre as mesmas desde o tempo de sua mãe. Ofício aprendido que se estende no tempo, feito consumação de uma despedida que se cumpre aos poucos, bem aos poucos.Mudas de alface estão carregadas de sentido. Nelas, prepara-se o futuro que afugenta a fome, traz variações ao modo de carecer.Recordo-me com saudade. O tempo era de chuvas. Jabuticabeiras explodiam.Pequenos frutos pendurados em seu corpo de árvore-mãe, tal qual a minha mãe e seus meninos pendurados na cintura, entrelaçados nas pernas e puxando seus braços.
Dezembro tinha cores e histórias diferentes. Vitrines iluminadas, cartões de ocasião sendo preparados pela minha irmã, para que mesmo com simplicidade pudéssemos desejar votos de felicidades.

Presépio sendo retirado da caixa, árvores coloridas de bolas vermelhas, anunciando que nossa pobreza seria ainda mais exposta. Mas não havia problema. Nossa árvore, mesmo tão pobre, já era nossa alegria. As jabuticabeiras nos curavam de tudo...Minha mãe e sua capacidade de replantar o mundo a partir de mudas de alface era o símbolo mais vivo de nosso Natal. Com seu jeito simples e hábitos rotineiros, ela condensava todas as virtudes que o acontecimento nos sugeria.“O menino Jesus é quem merece presente neste dia!”, ensinava-nos como se quisesse modificar a ordem do mundo.E assim acreditávamos.Nossos presentes eram poucos. Quase nenhum. Só mesmo para não passar em branco, mas o mais importante nós não deixávamos de receber. O sorriso farto, a oração em família, a missa do galo e o nosso Natal já estava completo.Aquela mulher nos fazia esquecer o que não tínhamos. Transplantava-nos, como fazia com as mudas de alface.Deixávamos o chão estreito da sementeira e caíamos com nossas raízes nos canteiros fartos da simplicidade que ela sabia construir.E assim era o nosso Natal.
Um acontecimento para nunca mais esquecer.

Padre Fábio de Melo


FÁBULA DE NATAL: Um feliz Natal e Próspero Ano Novo. FELIZ ANIVERSÁRIO JESUS!!!



Certo homem, chamado Mogo, costumava olhar o Natal como uma festa sem o menor sentido. Segundo ele, a noite de 24 de dezembro era a mais triste do ano, porque várias pessoas se davam conta de quão solitárias eram, ou da pessoa querida que havia morrido naquele ano. Mogo era um homem bom. Tinha uma família, procurava ajudar o próximo, e era honesto nos negócios. Entretanto, não podia admitir que as pessoas fossem tão ingênuas a ponto de acreditar que um Deus havia descido à Terra só para consolar os homens.
Sendo uma pessoa de princípios, não tinha medo de dizer a todos que o Natal, além de ser mais triste que alegre, também estava baseado numa história irreal - um Deus se transformando em homem.
Como sempre, na véspera da celebração do nascimento de Cristo, sua esposa e seus filhos se prepararam para ir à igreja. E, como de costume, Mogo resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo:
- Seria hipocrisia da minha parte acompanhá-los. Estarei aqui esperando a volta de vocês.Quando a família saiu, Mogo sentou-se em sua cadeira preferida, acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia. Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela, seguido de outro e mais outro. Achando que era alguém jogando bolas de neve, Mogo pegou o casaco e saiu, na esperança de dar um susto no intruso.Assim que abriu a porta, notou um bando de pássaros que haviam perdido seu rumo por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve. Como tinham notado a casa aquecida, tentaram entrar, mas, ao se chocarem contra o vidro, machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando elas estivessem curadas."Não posso deixar essas criaturas aí fora", pensou Mogo. "Como ajudá-las?"Mogo foi até a porta de sua garagem, abriu-a e acendeu a luz. Os pássaros, porém, não se moveram. "Elas estão com medo", pensou Mogo . Então, tornou a entrar em casa, pegou alguns miolos de pão, e fez uma trilha até a garagem aquecida. Mas a estratégia não deu resultado. Mogo abriu os braços, tentou conduzi-los com gritos carinhosos, empurrou delicadamente um e outro, mas os pássaros ficaram mais nervosos ainda, começaram a se debater andando sem direção, pela neve e gastando inutilmente o pouco de força que ainda possuíam. Mogo já não sabia o que fazer. - Vocês devem estar me achando uma criatura aterradora - disse, em voz alta: - Será que não entendem que podem confiar em mim? Desesperado gritou:
- Se eu tivesse, neste momento, uma chance de me transformar em pássaro só por alguns minutos, vocês veriam que eu estou realmente querendo salvá-los!Neste momento, o sino da igreja tocou, anunciando a meia-noite. Um dos pássaros transformou-se em anjo, e perguntou a Mogo:
- Agora você entende por que Deus precisava transformar-se em homem?
Com os olhos cheios de lágrimas, ajoelhando-se na neve, Mogo respondeu:
- Perdoai-me anjo.Agora eu entendo que só podemos confiar naqueles que se parecem conosco e passam pelas mesmas coisas pelas quais nós passamos.
FELIZ ANIVERSÁRIO JESUS!


FELIZ NATAL! PARA TODOS! 
SELMA VERLY

  GABIERL CHALITA                               Pe.FÁBIO DE MELO

VEREADOR (PSB): GABRIEL CHALITA DEFENDE NO PLENÁRIO: Desrespeito aos professores!

Desrespeito aos professores!

Sempre defendi a tese de que o professor precisa ser valorizado em três pontos:na cabeça, no coração e no bolso. O projeto de aumento salarial do Governo Serra conseguiu
a façanha de, numa só tacada, destruir o professor nesses três pontos. Ao justificar que
o professor que sabe mais, ensina melhor, demonstra total desconhecimento dos desafios
que o professor enfrenta em sala de aula.   Qualquer um sabe que, além de conhecimentodo conteúdo, o sucesso da aprendizagem está na capacitação desse profissional para
atuar em sala de aula, no enfrentamento diário da heterogeneidade dos alunos, na construção e reconstrução da história de cada um, histórias muitas vezes marcadas pela violência, pelo desamor, pela ausência de referenciais. É imprescindível a formação humanista, voltada o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais que promovam a inserção dos alunos na sociedade. Tudo isso aliado à habilidade cognitiva, que sozinha não satisfaz.
     Outra incoerência está na fala no Gov. Serra que afirma que       TODOS precisam ter incentivos na vida para trabalhar bem.
     No entanto,seu projeto prevê o incentivo a, no máximo, 20% dos professores, vinculado – ainda – à aprovação dos professores e
disponibilidade de orçamento.
     O que significa que esses 20%podem minguar.
E os outros 80% e os aposentados, claramente excluídos do reajuste salarial?Certamente, estarão fadados à baixa auto-estima,ao desestímulo, à desesperança. Faz-me lembrar dos tempos em que a escola chamava, à frente de todos, os alunos com notas mais altas para serem aplaudidos e os de notas mais baixas para serem vaiados. Uma pérola de nossa prática pedagógica! Desrespeito aos professores

   
Sempre defendi a tese de que o professor precisa ser valorizado em três pontos: na cabeça, no coração e no bolso. O projeto de aumento salarial do Governo Serra conseguiu a façanha de, numa só tacada, destruir o professor nesses três pontos. Ao justificar que o professor que sabe mais, ensina melhor, demonstra total desconhecimento dos desafios que o professor enfrenta em sala de aula. Qualquer um sabe que, além de conhecimento do conteúdo, o sucesso da aprendizagem está na capacitação desse profissional para atuar em sala de aula, no enfrentamento diário da heterogeneidade dos alunos, na construção e reconstrução da história de cada um, histórias muitas vezes marcadas pela violência, pelo desamor, pela ausência de referenciais.
     É imprescindível a formação humanista, voltada ao desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais que promovam a inserção dos alunos na sociedade. Tudo isso aliado à habilidade cognitiva, que sozinha não satisfaz. Outra incoerência está na fala no Gov. Serra que afirma que TODOS precisam ter incentivos na vida para trabalhar bem. No entanto, seu projeto prevê o incentivo a, no máximo, 20% dos professores, vinculado – ainda – à aprovação dos professores e
disponibilidade de orçamento. O que significa que esses 20% podem minguar. E os outros 80% e os aposentados, claramente excluídos do reajuste salarial? Certamente, estarão fadados à baixa auto-estima, ao desestímulo, à desesperança. Faz-me lembrar dos tempos em que a escola chamava, à frente de todos, os alunos com notas mais altas para serem aplaudidos e os de notas mais baixas para serem vaiados. Uma pérola de nossa prática pedagógica! Tenho tranquilidade em tratar desse assunto porque, ao longo de minha gestão, consegui dar aos professores PEB I , por exemplo, um aumento de 42,95%, embora tenha certeza de que eles mereciam mais. No entanto, foi o máximo possível para não ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal do Estado.
     Já o governo Serra conseguiu a proeza de oferecer um aumento de 4,7% a esses mesmos educadores, desde que assumiu o governo.
As entidades representativas do professorado paulista estão revoltadas com a truculência do governo que, por meio de interlocutores, chegou a impedir, num primeiro momento, a entrada de professores nas galerias da Assembléia Legislativa. Notícias dão conta de que a tropa de choque foi chamada para revistar os professores para ingressarem no plenário,proibindo a entrada inclusive de seus lanches, sob o argumento de que poderiam ser atirados nos deputados. Uma afronta àqueles que incansavelmente dignificam a educação! É o jeito Serra de respeitar os professores. . .


Aos professôres o respeito que eles merecem!!!!!!
Gabriel Chalita

GABRIEL CHALITA(PSB): cerimônia de posse do Maestro Julio Medaglia!

Chalita na cerimônia de posse do Maestro Julio Medaglia: 04/12/2009                      
     vereador e acadêmico da Academia Paulista de Letras, Gabriel Chalita, participou na noite desta quinta-feira (03/12), da posse do maestro paulistano Julio Medaglia.O autor dos livros “Música Impopular” e “Música, Maestro!” agora ocupa a cadeira de número 3 da Academia, que já foi ocupada pelo presidente Washington Luís (1869-1957) e pelo escritor Mário de Andrade (1893-1945).
     A cerimônia foi realizada no salão nobre da Sala São Paulo, na Luz (região central da capital). Em discurso, Medaglia lembrou da época em que sua família morava no bairro de Santa Cecília,da mãe costureira que adorava escutar no rádio um Programa de leitura de crônicas, dos estudos no Liceu Coração de Jesus e dos seus primeiros contatos com o mundo das palavras, do teatro e do cinema. Após o discurso, ele regeu uma pequena orquestra de cordas com 12 músicos, apresentou o hino da USP (Universidade de São Paulo), cuja música é de sua autoria, logo após, convidou os confrades Chalita para cantar a música "Viola Quebrada", de Mário de Andrade,e José Pastore que os acompanhou no violino.O evento também contou com o prefeito Gilberto Kassab(DEM-SP),músico Tom Zé (tropicalista como Medaglia) e a atriz Vida Alves, fundadora da Pró-TV, associação de pioneiros da televisão.
Envie para um amigo

2ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS:Presidente da comissão de Direitos Humanos da CMS: GABRIEL CHALITA(PSB)

Comissão:2ª Conferência Municipal de Direitos Humanos: 08/12/2009
      Em celebração ao dia Internacional dos Direitos Humanos, a Comissão de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais da Câmara Municipal de São Paulo, irá promover nesta quinta-feira, dia (10/12), a 2ª Conferência Municipal de Direitos Humanos com o tema “A pessoa toda e todas as pessoas”.
     Evento, que acontece das 9h às 13h, tem o objetivo de promover um debate coletivo
sobre questões relacionadas ao tema. Para o     vereador e presidente da Comissão de
     Direitos Humanos da CMSP, Gabriel Chalita, promover este tipo de debate é também
pensar na compaixão ao próximo.
“É preciso respeitar a dignidade humana. Olhar para as pessoas com dignidade.Precisamos enxergar o outro, nos colocarmos no lugar dessa outra pessoa e com isso conquistaremos uma sociedade melhor”, declarou o também educador.
     Estarão presentes na Conferência a vice-prefeita do município de São Paulo, Alda Marco Antonio (PMDB), o secretário especial de Direitos Humanos da CMSP, José Gregori e o vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, vereador Ítalo Cardoso (PT). A sessão,
que acontece no plenário 1º de Maio, da Câmara Municipal de São Paulo, é aberta a toda comunidade.
Envie para um amigo

LIDERANÇAS DE MAUÁ HOMENAGEIAM O VEREADOR GABRIEL CHALITA (PSB)

Lideranças de Mauá homenageiam Chalita:7/12/2009

      O vereador Gabriel Chalita (PSB) esteve na última sexta-feira (04/12), no município de
Mauá/SP, para participar do almoço "suprapartidário" em sua homenagem. Em seguida,
Chalita visitou o jornal Diário do Grande ABC.
      O encontro reuniu vereadores e figuras da
política da cidade.O encontro serviu para dialogar sobre o cenário político brasileiro e as perspectivas para 2010. Ao lado de Marcelinho Carioca (PSB) e Romualdo Magro Júnior (PSB), Chalita agradeceu e afirmou que o apoio encontrado demonstrava força do trabalho desenvolvido na Educação. "São pessoas que lutam pelos mesmos ideais, que defendem educação e dignidade.
Querem me apoiar no próximo a no. É bom ter o apoio de gente que respeito", declarou o também educador.
Envie para um amigo