ANJOS EXISTEM


Sua casa precisa ser um lugar de oração Se as coisas estão indo de mal a pior é porque nossa vida e nossa casa não têm sido um lugar de oração. Pelo contrário, têm sido um local onde todo mundo xinga, briga, se ofende; onde há muita pornografia, adultério. E onde, infelizmente, não se reza.

Chegamos ao ponto de ver pais que têm vergonha de abençoar seus filhos. E filhos que não sabem pedir a bênção aos genitores. As pessoas têm vergonha até de fazer o sinal-da-cruz.


Adoram assistir aos programas de televisão e passam horas diante dela e toda espécie de sujeira entra pelos olhos, ouvidos e coração. Com tudo isso, é claro, não se consegue tempo para rezar um terço, para unir a família em oração, ler a Bíblia. Tem-se vergonha de Deus! Por isso as coisas vão de mal a pior.




 

Tudo vai depender de você. Se os outros não querem rezar, disponha-se e reze você! E saiba: além da existência dos anjos de Deus, infelizmente, a Palavra nos diz que existe uma multidão de espíritos malignos, de anjos decaídos – desobedientes e rebeldes – que estão também ao nosso redor. Por isso temos de nos manter vigilantes e orantes.
 
Deus abençoe você! Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

JESUS: A FACE DO AMOR

  I CORÍNTIOS 13


1  AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
2  E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3  E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4  O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5  Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
 

6  Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7  Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8  O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9  Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10  Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11  Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12  Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
13  Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

POR TANTO, " O AMOR É O CUMPRIMENTO DA LEI "
O AMOR É A REGRA QUE QUE RESUME TODAS AS OUTRAS REGRAS.
O AMOR É O MANDAMENTO QUE JUSTIFICA TODOS OS OUTROS MANDAMENTOS.
O AMOR É O SEGREDO DA VIDA.
SÃO PAULO NOS ENSINA ISTO NA CARTA QUE  DEIXOU EM CORÍNTIOS. A MELHOR E MAIS IMPORTANTE DESCRIÇÃO DO  summum bonum, O DOM SUPREMO :DE  JESUS CRISTO .O AMOR. ( Paulo Coelho )

" O TALENTO SE DESENVOLVE NA SOLIDÃO; O CARÁTER NO  RIO DA VIDA " Goethe "

EDWARD IRVING: VISITAVA UM MENINO QUE ESTAVA MORRENDO. AO ENTRAR NO QUARTO, COLOCOU A MÃO NA TESTA DO GAROTO E DISSE: " GAROTO, DEUS TE AMA. NÃO DISSE MAIS NADA.E SAIU EM SEGUIDA.
O GAROTO LEVANTOU-SE,  E COMEÇOU A GRITAR: DEUS ME AMA! DEUS ME AMA!
 A CERTEZA DE QUE DEUS O AMAVA LHE DEU FORÇAS, E DESTRUIU O MAL, E PERMITIU SUA SOBREVIVÊNCIA. O AMOR, TRANSFORMA EM UMA NOVA CRIATURA - PACIENTE, HUMILDE, TOLERANTE, GENTIL,ENTRE, E SINCERA. BURILA O CARÁTER DE QUALQUER SER HUMANO COM O MAL NO CORÃÇÃO.
POR ISSO SÃO PAULO NOS DIZ QUE DEUS É AMOR VIVER É AMOR.


Vês esta mulher?
Entrando em sua casa, não me deste água para os pés; esta, porém, regou meus pés com lágrimas e os enxugou com seus cabelos.
Não me beijastes; ela, entretanto, desde que entrei não cessa de me beijar os pés.
Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta com bálsamo ungiu meus pés.
Por isso te digo: perdoados lhe sãos seus muitos pecados, por que ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco amou;
LUCAS, 7; 44-47 
JESUS É METADE AMOR E A OUTRA METADE TAMBÉM

O OFÍCIO DO ESCRITOR : UMA PROFISSÃO DE FÉ


à tona uma questão bastante singular do ofício do escritor: as múltiplas vidas criadas, os inúmeros olhares assumidos, as inusitadas leituras de um mesmo mundo. De início, lembra Fernando Pessoa, poeta que se destacou na revelação das diversas faces do  mesmo homem. O fenômeno da heteronímia marcou sua trajetória poética. Tantos poetas em um só.
O ato de escrever é solitário, a criação é solitária. Movido por afetos, amores, tristezas, angústias , o escritor vai dando vida às palavras, em uma tessitura repleta de significados.

Em sua Profissão de Fé, desabafa Olavo Bilac:
E horas sem conto passo, mudo,
O olhar atento,
A trabalhar, longe de tudo
O pensamento.
Porque o escrever - tanta perícia,
Tanta requer,
Que oficio tal… nem há notícia
De outro qualquer.
O escritor doa um pouco de si a cada obra produzida. Parte do seu eu repousa ali, muitas vezes, uma parte sua esquecida. E se assombra a cada nova leitura, percebendo-se novo no já distante pelo tempo. Mas na redescoberta de si,  no resgate de sua essência, reafirma seu pensamento. É a sua vida, a sua trajetória.
Vive! que eu viverei servindo
Teu culto, e, obscuro,
Tuas custódias esculpindo
No ouro mais puro.

Celebrarei o teu oficio
No altar: porém,
Se inda é pequeno o sacrifício,
Morra eu também!

Duas Caixas - Rubem Alves
Alguém me mostra um texto e diz que fui eu quem o escreveu. Leio-o, mas é como se tivesse sido escrito por outra pessoa
FERNANDO Pessoa escrevia, lia o que escrevera e se assombrava. “Por que escrevi isto? Onde fui buscar isto? Isto é melhor do que eu…”
Coisa parecida acontece comigo. Alguém me mostra um texto e diz que fui eu quem o escreveu. Leio-o, mas não o reconheço. É como se tivesse sido escrito por uma outra pessoa. Mas, à medida em que vou lendo, vou ficando alegre. É um texto bom, melhor do que eu! Faço então as mesmas perguntas que fazia Fernando Pessoa ao ler o texto que acabara de escrever.
Sinto, então, vontade de publicar aquele texto de novo. Se ele surpreendeu a mim, é de se esperar que o mesmo aconteça com os leitores. E por que não?
Sei que Freud achava que a compulsão à repetição é um sintoma neurótico. Mas essa não é toda a verdade. Digo que o desejo da repetição pode ser a reação da alma diante da beleza. Quero ouvir de novo a “Valsinha”, quero ver de novo as telas de Carl Larsson, quero comer de novo um frango com quiabo mi neiro, quero ver de novo os ipês floridos…
Eu gostaria de publicar inteiros dois artigos que escrevi faz muito tempo. Eu os reli e gostei. Para que meus leitores saibam o que penso da educação. Como não posso publicá-los inteiros, vou publicar o essencial. E foi isso que escrevi:
“Explicações conceituais são difíceis de se aprender e fáceis de se esquecer. Por isso, caminho sempre pelo caminho dos poetas, que é o caminho das imagens. Em vez de explicar por meio de conceitos abstratos, vou mostrar o que digo por meio de imagens. Quem aprender as imagens terá aprendido o essencial da minha filosofia de educação.”
“O corpo carrega duas caixas. Na mão direita, mão da destreza e do poder, ele leva uma caixa de ferramentas. E na mão esquerda, mão do coração e do prazer, ele leva uma caixa de brinquedos.”
“Os animais não precisam de ferramentas. Seus corpos são as ferramentas de que necessitam para viver. Diferentes dos animais, nossos co rpos são fracos e incompetentes. Se fôssemos depender deles para sobreviver, como os animais, há muito teríamos desaparecido da Terra. A fraqueza e a incompetência obrigaram o corpo a pensar e a criar. E foi assim que inventamos porretes, pilões, facas, flechas, redes, barcos, casas, como extensões do corpo.”
“A primeira tarefa de cada geração, dos pais e das escolas, é passar aos filhos, como herança, a caixa de ferramentas. Para que eles sobrevivam e não tenham de começar da estaca zero.”
“Diante da caixa de ferramentas, a primeira pergunta que um professor tem de fazer é: “Isso que estou ensinando é ferramenta para quê? De que forma esse conhecimento aumenta a competência dos meus alunos para viver a sua vida?”
Mas há uma outra caixa, na mão esquerda, a mão do coração e do prazer. Essa caixa está cheia de coisas inúteis que não servem para nada. Lá estão um livro de poemas da Cecília Meireles, a estória de “Alice no País das Ma ravilhas”, um pé de jasmim, um quadro do Monet, uma sonata de Mozart, um banho de cachoeira, um beijo… Coisas inúteis. E, no entanto, elas são parte da vida e nos fazem sorrir. E não é para isso que se educa? Para que saibamos, além de viver, sorrir e ter prazer?
Resumo da minha filosofia de educação:
Primeiro, aprender ferramentas, para ter poder.
Segundo: aprender os brinquedos, para ter prazer…

AUTHOR: GABRIEL CHALITA

UM AMOR ETERNO

A capacidade de ver o outro de forma diferente


O amor só pode ser eterno à medida que vivermos a conquista do outro todos os dias. E isso só a partir do momento em que o amor de Deus incendiar a nossa vida. Nós só podemos ser livres quando temos dono, mas um dono que nos administre para o amor e para a liberdade. O meu Dono [Deus] me ama, tem apreço por mim! Não vai me sugerir nada que vá me fazer mal, porque Seu dom é amor. Ele não escraviza ninguém.

Para ter fogo é preciso ter lenha. Deus é o fogo. Nós precisamos ser essa lenha onde o Senhor queime. O Todo-poderoso não faz milagres para mostrar o Seu poder apenas, mas todas as manifestações do Senhor são para conquistar o coração que está ali. Ele assim fez com Moisés. A conquista vem por intermédio de coisas bonitas. Se você vai receber amigos, você oferece o melhor. Busca um jeito de manifestar o amor. É isso que Deus fez com esse profeta.

 

O "bonito" não se limita a um atrativo estético, interior. É você perceber algo a mais. É descobrir que alguma coisa daquela beleza supera as suas formas. É algo maior que me chama, que fala de mim, como se aquela beleza fosse algo que me faltasse. O amor é essa capacidade de ver o outro de forma diferente. No meio de tanta gente, alguém se torna especial para você e você se aproxima. O amor é essa capacidade de retirar alguém da multidão, tirá-lo do lugar comum para um lugar dedicado, especial. Alguém descobriu uma sacralidade em você.


Amar é você começar a descobrir que, numa multidão, alguém não é multidão. Quando alguém se aproximou de você foi porque você gerou um encanto nessa pessoa. O outro se sentiu melhor quando se aproximou de você. A beleza da totalidade que você tem faz o outro melhor. A primeira coisa que o amor esponsal e conjugal cura são as orfandades que a vida nos colocou.


Não acredito em um casamento que não tem Deus na sua história. Como o seu marido vai reconhecer a sacralidade do seu coração se ele não traz a consciência de todo o sagrado que você é? O amor, quando não é amor, vira competição, disputa. Por isso o amor que é iniciado e mantido em Deus será sempre um amor de promoção do outro.
O casamento é um encantamento pelo outro, o qual vai ganhando sentido quando o vou conhecendo. Assim, todos os dias você precisa se aproximar do outro e descobrir o motivo para continuar o respeito e a alegria de estar diante daquela, que é sua ajuda adequada.

Casamento em que o outro é opressão, não é amor. O amor leva para o alto! Se vocês não se promovem mais significa que vocês estão esquecendo a vocação primeira do matrimônio: o de acender o fogo do amor, da dignidade e da felicidade do outro.


Padre Fábio de Melo

SOBRE O AMOR


O que é o Amor? Pergunte a quem vive, o que é a Vida? Pergunte a quem adora, o que é Deus?
Não conheço as constituições internas de outros homens, muito menos a vossa, a quem me dirijo nesse momento.
Vejo que em alguns atributos externos, acabam por se assemelhar aos meus, mas quando, iludido pelas aparências, pensei em apelar ao ponto em comum, e distanciando a parte mais profunda de minha alma das deles, descobri o meu idioma incompreendido, como aquele vindo de uma terra distante e selvagem.
Quanto mais oportunidades eles me têm propiciado experimentar, mais amplo tem se mostrado o intervalo entre nós, e os pontos de afinidade têm-se retirado para uma distância maior. Com um espírito mal adaptado para sustentar tal prova, apreensivo e debilitado por sua própria delicadeza, tenho, por toda parte, procurado a compreensão e encontrado apenas a recusa e a decepção.
Vós me perguntastes o que é o Amor? É aquela poderosa atração que nos encaminha a tudo aquilo que nós concebemos, ou temos, ou esperamos além de nós mesmos, quando descobrimos dentro de nossos próprios pensamentos o abismo de um vazio insuficiente, e procuramos despertar em tudo que somos, uma comunhão com o que experimentamos dentro de nós próprios. Se nós raciocinamos, então seremos entendidos; se nós imaginamos, é por desejarmos que as juvenilidades mais graciosas de nossa mente nasçam novamente dentro de outras; se sentimos, é por desejarmos que controle das emoções do outro vibre apenas por nós, que o brilho dos olhos do outro se ilumine de uma vez só e misture-se e molde-se dentro do nosso próprio, que lábios de um frio paralisante não respondam com um tremor seus, mas que queimem diante da melhor disposição do coração. Isto é o Amor.
 Isto é o laço e a confirmação que conecta não somente o homem ao homem, mas a tudo o mais que existe. Nós nascemos em um mundo, e há algo dentro de nós que, a partir do instante em que vivemos, mais e mais cobiça a seu semelhante. É provavelmente em correspondência a essa lei que o bebê suga o leite do seio de sua mãe; esta propensão se amplia com o desenvolvimento de nossa natureza. De um modo obscuro, verificamos dentro de nossa natureza intelectual uma miniatura como se esta fosse parte de nosso todo, mas desprovida de tudo o que nós condenamos ou desprezamos, sendo o protótipo ideal de tudo que é excelente ou amável e que nos capacita a conceber como pertencente à natureza do homem. Não somente a imagem de nosso ser exterior, mas uma reunião das partículas mais insignificantes das quais nossa natureza é composta; um espelho cuja superfície reflete somente as formas da pureza e do esplendor; uma alma dentro de nossa alma que descreve um círculo em torno de seu próprio paraíso, onde a dor, a aflição e o mal não ousam ingressar. A este nós apaixonadamente referimos todas as sensações, desejando que elas sejam semelhantes ou se correspondam a ele. A descoberta dele antecipa; o encontro com um entendimento capaz de esclarecer a estimativa de nosso próprio ser; uma imaginação que deveria ingressar e se apropriar das sutis e delicadas peculiaridades que nos deleitamos em guardar com todo carinho e desvelá-las em segredo; com uma disposição de espírito cujos sentimentos, tais como cordas de duas delicadas liras dão o fortalecimento ao acompanhar uma delicada voz, vibrando com as vibrações de nosso próprio ser; e de uma combinação de todos estes em tal proporção como o modelo dentro de nós exige; este é o ponto invisível e intangível onde o Amor atua; e para conquistar isso que ele sempre encoraja os poderes do homem em aprisionar a mais tênue sombra daquilo, sem o controle do que não há descanso ou trégua para o coração no que ele governa. Sendo assim que na solidão, ou naquele estado abandonado quando nos encontramos cercados por seres humanos e, mesmo assim, estes não se sensibilizam conosco, amamos as flores, a relva, os regatos e o firmamento. No movimento de cada folhagem da primavera, no azul do céu, há então uma correspondência secreta revelada ao nosso coração. Há eloqüência no vento sem voz, e uma melodia nos ribeirões que fluem, no farfalhar dos juncos ao longo destes, que pela inconcebível relação de algo que existe com a alma, desperta o espírito para uma dança de um êxtase ofegante, trazendo lágrimas de uma misteriosa ternura aos olhos, tal qual o entusiasmo do sucesso patriótico, ou a voz daquela que amamos ao cantar apenas para nós
Eugenio Santana

ENCONTROS - ANDREA LUCIA

O que posso dizer de um encontro?

Quero encontrar alguém...
Que me transporte para além...
Além do que eu possa imaginar...
Além do que eu pensava encontrar.

Quero encontrar um amigo...
Que me leve consigo...
Que me divirta por um instante...
E que saiba ser meu amante

Quero encontrar um amante...
Que me ame por mais de um instante...
Que faça o instante muito durar..
E juntos, muito amar.

Quero encontrar um homem...
Que não me lembre o ontem..
Que viva o presente...
Que me tenha sempre em mente.

Quero encontrar um amor...
Que me faça esquecer a dor...
A dor da solidão...
E que tenha o dom do perdão.

Enfim... quero encontrar alguém:
Amigo, amante,homem... um amor
que só alguem muito especial tem.
VOCÊ

POEMA DO TEATRO - ANDREA LUCIA






































Ao fechar a cortina do teu poema,
Grito bravo! Bravíssimo!
Como continuação dessa cena...
Só outro ato igualmente belíssimo!

Inicia-se o segundo ato...
Vibro e curto imensamente,
A fantasia e o ato...
Misturam-se novamente!







Um delírio: o recomeço
Em cena: fantasia e ato!
Te virando do avesso...
No palco desse teatro!

Ato e fantasia se combinam...
Num poema de paixão.
Versos que sempre terminam...
Numa história de amor intenso....
 


A FORÇA DO AMOR

Eram noivos e se preparavam para o casamento, quando o pai da noiva descobriu que o rapaz era dado ao jogo.
Decidiu se opor à realização do matrimônio, a pretexto de que o homem que se dá ao vício do jogo, jamais seria um bom marido.
Contudo, a jovem obstinada decidiu se casar, assim mesmo. E conseguiu,  fazendo valer a sua vontade, vencendo a resistência do pai.
Nos primeiros dias de vida conjugal, o rapaz se portou como um marido  ideal. Entretanto, com o passar dos dias, sentia crescer em si cada vez  mais o desejo de voltar à mesa de jogo.

Certa noite, incapaz de resistir, retornou ao convívio de seus antigos companheiros.
Em casa, a jovem tomou um bordado e ficou aguardando. Embora ocupada  com o trabalho manual, tinha os olhos presos ao relógio. As horas  pareciam passar cada vez mais lentas.

Já era alta madrugada,  quando o marido chegou. Nem disfarçou a sua irritação, por surpreender a  companheira ainda acordada. Logo imaginou que ela o esperava para  censurar a sua conduta.
Quando ele a interrogou sobre o que  fazia àquela hora ela, com ternura e bondade na voz, disse que estava  tão envolvida com seu bordado, que nem se dera conta da hora avançada.
Sem dar maior importância à ocorrência, ela se foi deitar. 
No dia seguinte, quando ele retornou ainda mais tarde da casa de jogos, a encontrou outra vez a esperá-lo.
"Outra vez acordada?", perguntou ele quase colérico.
"Não quis que fosse se deitar, sem que antes fizesse um lanche. Preparei torradas, chá quentinho. Espero que você goste."
E, sem perguntar ao marido onde estivera e o que fizera até aquela  hora, a esposa o beijou carinhosamente e se recolheu ao leito.
Na terceira noite, ela o esperou com um bolo delicioso, cuja receita lhe fora ensinada pela vizinha.
Antes mesmo que o marido dissesse qualquer coisa, ela se prendeu ao  pescoço dele, abraçou-o e pediu que provasse da nova delícia.
E assim, todas as madrugadas, a ocorrência se repetiu. O marido começou a se preocupar.
Na mesa de jogo, tinha o pensamento menos preso às cartas do que à esposa, que o esperava, pacientemente, como um anjo da paz.
Começou a experimentar uma sensação de vergonha, ao mesmo tempo de indiferença e quase repulsa por tudo quanto o rodeava.
O que ele tinha em casa era uma mulher que o esperava, toda madrugada, para o abraçar, dar carinho. E ele, ali, naquele lugar?
Aos poucos, foi se tornando mais forte aquele incômodo. Finalmente, um  dia, de olhar vago e distante, como se tivesse diante de si outro  cenário, o rapaz se levantou de repente da mesa de jogo.
Como se cedesse a um impulso quase automático, retirou-se, para nunca mais voltar.
Nos dias de hoje, é bem comum os casais optarem por se separar, até por motivos quase ingênuos.

i> Poucas criaturas decidem lutar para harmonizar as diferenças, superar  os problemas, em nome do amor, a fim de que a relação matrimonial se  solidifique.
Contudo, quando o amor se expressa, todo o panorama se modifica. É difícil a alma que resista às expressões do amor.
Porque o amor traz a mensagem da plenificação, do bem estar, da alegria.
Desta forma, é sempre salutar investir no amor, expressando-o através de gestos, pequenas atenções, gentilezas.
O amor é o sentimento por excelência e tem a capacidade de transformar situações e pessoas.
Pense nisso. Experimente-o agora.

                 Rosa vermelha ELIANA

Reze o Cerco de Jericó com Padre Marcelo Rossi - Derrube as muralhas que cercam sua vida


O Cerco de Jericó é uma campanha de sete dias e sete noites de oração. Sua inspiração mais remota encontra-se no capitulo 6 do livro de Josué, na Bíblia. O texto sagrado nos conta que antes de chegar à terra prometida o povo de Israel se viu diante das grandes muralhas de Jericó que o impediam de prosseguir a caminhada.
Obedecendo a voz de Deus, Josué, sucessor de Moisés e líder do povo, convidou os Israelitas a orarem durante sete dias e sete noites rodeando as muralhas de Jericó, tendo a frente a Arca da Aliança, sinal da presença de Deus que caminha com seu povo.

Josué e os Israelitas acreditaram na promessa divina de que no sétimo dia durante a sétima volta as muralhas cairiam e eles alcançariam a vitória, coisa que de fato aconteceu porque o Senhor é fiel e cumpre suas promessas!

Nos nossos dias colocamo-nos diante de Jesus e confiantes no poder da oração, pedimos que Ele derrube as muralhas que nos impedem de tomarmos posse de uma vida mais santa e feliz. Sem dúvida alguma, é uma poderosa oração que milhões de pessoas podem testemunhar graças alcançadas por essa oração: queda das muralhas financeiras, profissionais, familiares e pessoais, além das curas de doenças "incuráveis", milagres inexplicáveis e libertações de toda espécie.
 Padre Marcelo Rossi


SONETO DO AMOR TOTAL


Soneto do Amor Total

Amo-te tanto, meu amor ... não cante
O humano coração com mais verdade ...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
(Vinícius de Moraes)